Este blog tem a finalidade de tratar sobre o afeto na educação. A educação é antiga, muito já se falou sobre os problemas relacionados à educação que atingem patamares mais complexos.
Mas vamos lançar um novo olhar para esse universo da educação, que é o afeto e o olhar amoroso. Há muitas formas de transmissão de conhecimento, mas o ato de educar só se dá com afeto e com amor. O amor tem o poder de envolver, quebrar barreiras, é um grande desafio na área da educação.
A função do professor é formar cidadãos felizes, capazes e equilibrados, pois o professor tem a capacidade de ensinar ao aluno a capacidade de trabalhar em grupo, como líder ou colaborador, aprendendo assim a atuar na família e na sociedade.
Qual o papel da escola? Qual a importância do professor? O que precisa ser ensinado e aprendido? Todos aprendem de forma igual? Como trabalhar ética, dignidade e autonomia na escola? Onde entra o afeto na relação educacional?
Estas respostas não são simples, como se educar sem saber o tipo de aluno que pretendemos formar, como exercer com competência esta missão.
Qualquer projeto educacional depende da participação afetiva da escola e da família. Na família moderna, várias vezes, faltam o amor e a compreensão, a alfabetização tem que ser acompanhada pela família, os primeiros rabiscos, desenhos, escritos, leitura, os brinquedos pedagógicos, tudo isto, a presença da família é fundamental, nada substitui este carinho.
Numa sociedade em franca transformação, os pais estão deixando para a escola a adaptação social do filho, questões básicas como higiene e sexualidade, por exemplo, são relegados à escola. O desafio de ensinar e aprender são enormes, formar seres aptos a se governar, a desenvolver a liderança participativa, a aprender a dizer sim não sem servir de massa de manobra.
A afetividade é a dinâmica mais profunda de que o ser humano pode participar. O professor em nome do afeto que sente pelo aluno vai ajudá-lo a não destruir a sua própria fonte de amor, ao dizer a uma criança “não quero que me bata” e segurar a sua mão, impedindo-a de realizar este ato, está estabelecendo limites, e oferecendo à criança os extremos, a fronteira até onde ela pode ir ou não naquele momento.
Mas vamos lançar um novo olhar para esse universo da educação, que é o afeto e o olhar amoroso. Há muitas formas de transmissão de conhecimento, mas o ato de educar só se dá com afeto e com amor. O amor tem o poder de envolver, quebrar barreiras, é um grande desafio na área da educação.
A função do professor é formar cidadãos felizes, capazes e equilibrados, pois o professor tem a capacidade de ensinar ao aluno a capacidade de trabalhar em grupo, como líder ou colaborador, aprendendo assim a atuar na família e na sociedade.
Qual o papel da escola? Qual a importância do professor? O que precisa ser ensinado e aprendido? Todos aprendem de forma igual? Como trabalhar ética, dignidade e autonomia na escola? Onde entra o afeto na relação educacional?
Estas respostas não são simples, como se educar sem saber o tipo de aluno que pretendemos formar, como exercer com competência esta missão.
Qualquer projeto educacional depende da participação afetiva da escola e da família. Na família moderna, várias vezes, faltam o amor e a compreensão, a alfabetização tem que ser acompanhada pela família, os primeiros rabiscos, desenhos, escritos, leitura, os brinquedos pedagógicos, tudo isto, a presença da família é fundamental, nada substitui este carinho.
Numa sociedade em franca transformação, os pais estão deixando para a escola a adaptação social do filho, questões básicas como higiene e sexualidade, por exemplo, são relegados à escola. O desafio de ensinar e aprender são enormes, formar seres aptos a se governar, a desenvolver a liderança participativa, a aprender a dizer sim não sem servir de massa de manobra.
A afetividade é a dinâmica mais profunda de que o ser humano pode participar. O professor em nome do afeto que sente pelo aluno vai ajudá-lo a não destruir a sua própria fonte de amor, ao dizer a uma criança “não quero que me bata” e segurar a sua mão, impedindo-a de realizar este ato, está estabelecendo limites, e oferecendo à criança os extremos, a fronteira até onde ela pode ir ou não naquele momento.



Ai Carminela, adorei!!!
ResponderExcluirVou ler todos os posts e prometo comentar e claro divulgar tmb!!
Bjs cunhada e seja bem vinda a Blogsfera !!!
De fato Muito rico essa postagem,, irá engrandecer muito a minha tese de mestrado,,andei vasculhando e vi o que precisava aqui... obrigado por disponibilizar ummaterial tão rico.: Emanuel Alves-92499385 neelvip@hotmail.com
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